sábado, 27 de setembro de 2008

Desde a minha primeira e única postagem, muita coisa aconteceu. Vamos recapitular de maneira clara e objetiva. É fato que na postagem anterior nao disse coisas do meu dia-a-dia. Aliás ainda não dei a definição pra este blog. Enfim'
Quero começar esse desabafo contando uma pseudo-fofoca que me entristeceu muito, sabe?
Desde pequena conheço a Lisandra, que por sinal é minha vizinha. Sempre brincamos juntas e eu a conheci com seus 5 anos enquanto eu tinha os meus... 7 ou 8? Sei lá... Por aê. Notava todo o tempo como a mãe dela a tratava, de maneira grossa e fria, desprezando a Lili, sempre qe ela tentava dar ou receber carinho da mãe. Aquilo me irritava! Mas quem era eu pra dizer qualquer coisa, né? Então anos se passaram... Perdemos contato ( uns 2 ou 3 anos ), aí esse ano, acho que no mês de maio, ela chega no msn pra mim e diz que precisa muito de mim. Daí eu atravessei a rua e fui pra casa dela 8D'
Chegando lá conversamos. Me senti uma mãe falando com a filha sobre sexo XD'. Vi alí que depois de tanto tempo ela ainda confiava em mim. Me senti bem *-*' então retomamos de onde paramos tempos atrás. Ontem saímos, fomos pro bar do sem comparação e bebemos, pertubamos, conhecemos gente nova, fiquei de vela, enfim' nos divertimos como há muito tempo não a via tão sorridente e feliz daquela forma. Hoje iriamos ao shopping, mas tivemos um contratempo. No meio do caminho, paramos na 38º, aqui em Vista Alegre, pelo simples fato de que a mãe dela agrediu a menina e depois saiu com um suposto amigo. Me senti mal por era. Vi alí o porque dela ser sempre tão tristonha. Com aquela mãe, qualquer um seeria assim. Aí eu paro e penso, que a gente sempre acha que nossos problemas são os maiores do mundo. Nem sempre isso é verdade.
Foi de partir o coração vê-la soluçando, tremendo e chorando descontroladamente. Quando chegamos na delegacia, a mãe dela quase deu uma porrada dela, na frente de todo mundo. Mas seria como assumir a culpa, sabe? Então a gente viu que ela se segurou. Eu e a Fabiana( mais uma guria que tava lá) deveríamos já estar em casa, mas pela Lili, ficamos, foi horrível a discução na frente de todo mundo. A assistente social, ou psicóaloca tentava tranquilizar a Lyh, enquanto a Fabiana enrolava a mae dela. No fim das contas a mãe dela disse que iriam pra casa. Notava-se a km de distância que ela não queria ir, que estava com medo. Pediu até pra que eu fosse junto, mas sua mae negou. Tive pena dela alí. Vi o desespero em sua face e aquilo me cortou em mil pedaços. Terrível cena. Soube ainda pouco que ela está bem, e que a mãe dela não fez nada com ela{(ainda)?}. E que o pai dela vai pedir a guarda dela na justiça.
Espero que tudo se resolva da melhor forma. (yn'

Bem, acho que hoje é só isso que tenho a dizer, amanhã ou depois, conto mais sobre outras coisas. Comecei por essa porque achei que foi a que mais mereceu minha atenção "/




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