quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

"...Enfim aquela Rapoza negra decidiu ir até a estranha, que estivera com sua pequena Rapozinha albina...
Se entreolharam, e, bem fundo da alma e dos pensamentos daquela que estava ali a invadir sua moradia... Percebera que ela não era má ou apenas mais uma humana no mundo, apenas reparara que esta poderia proteger aquela Rapoza negra, que outrora se mostrara incensível e até mesmo má, porém tudo por sua Rapozinha...
Pensou por minutos a fio...
...E, por fim, cheirou e acariciou a mão da estranha..."
z.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

"...E a cheirava... Fazendo ruídos engraçados e curiosos. Era tão sutil o movimento que fazia enquanto aplicava sua curiosidade... Aquela rapozinha possuia um olhar tão doce e sereno que confortava qualquer ser. Principalmente aquela estranha em seu ninho. Aqueles olhinhos brilhantes e hipnotizantes, penetravam a alma daquela que invadia seu lar. Tão amável e receptiva, cativava cada vez mais a intrusa.
Aquele animalzinho a cheirava com uma felicidade, como se reconhecesse seu cheiro como um amigo ou parente. Parecia possuir afeto. E ela por sua vez, o admirava, o olhava, o desejava por toda vida, definitivamente era a compahia que ela viveu buscando. Com suas patas delicadas mas que a tocavam com um pesar querido, um olhar que decifrava sua alma a acolhendo de seus medos, tornando-a da mesma espécie. Tornando-a um membro da família dos canídeos.

Jamais, ela tinha sido tão bem acolhida. Ou se quer acolhida. Decidiu, então, aproveitar todo aquele afeto que lhe era oferecido com tanto entusiasmo. Quando deitou-se ao lado daquele bichinho, e acariciou seus pêlos por alguns minutos, sentiu-se completa. Como se não precisasse mais de nada. Só da rapozinha, daquele instante de paz que seu corpo e mente tanto gritavam.

Mais uma vez, aquele animalzinho de pêlos marrom-dourado, a cativara... "

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

14.12.2OO8

[somethin']

E ela tivera um péssimo dia,cercado de lágrimas, pessoas as quais não quisera ver, medo, ciume e vontade de desistir. A pequena I. queria alguém que a colocasse no colo e a fizesse sentir especial naquele momento. Queria alguém em que pudesse confiar e chorar sem medo ou arrependimentos posteriores. Mesmo já tendo conversado anteriomente com outras pessoas. Ainda sentia-se sufocada. Como se nada tivesse feito.

Eis que, quando já estava a perder a esperança que uniu durante todo aquele dia, ela o viu[mesmo sem ter muita certeza de que era o R.] e simplesmente deu um pulo do banco aonde estava com seus amigos e correu em direção a ele. Naquele instante seu coração bateu mais rápido e começou a sentir-se calma, sem que nada a sufocasse.

Então, ele sugeriu a ida a um canto mais pacífico aonde ela pudesse lhe explicar o que a atordoava tanto. Depois de se acomodarem, a pobre desatou a chorar. Ela tentava controlar, mas parecia ser mais forte que ela, as lágrimas vinham involuntariamente.Ele... enxugava seu pranto e com uma calma e uma voz tão serena lhe dizia as melhores palavras que ela pudesse querer ouvir. Tê-lo tão perto assim, a deixava agitada, mesmo sem entender, não conseguia sair de perto.

Passado um tempo depois, R. mantém a promessa de cuida-la. E assim o fez, arrumou seus cabelos, limpou sua maquiagem borrada devido a tantas lágrimas, a deixou apresentável. Todo aquele contato com ele, lhe era desesperador de algum modo que ela jamais sabera explicar.

Foi aí que ela realmente se sentiu especial. Quando lhe foi dado ' o presente'. Para outros, aquilo não seria nada mais que um simples beijo. Alguns até diriam beijo de amigo. Mas ela sabia a importância que existina naqela atitude. Mesmo que um tanto quanto assustada, ela o recebeu e sentiu-se única naquele instante.


~ Aquele fora o melhor momento do seu dia. Talvez fora o melhor momento em tempos ~


Todo aquele carinho apresentado por ele, lhe era bem-vindo e muito bem aproveitado. Cada toque, abraço, beijo e principalmente olhares e sorrisos. Definitivamente aqueles atos foram a salvação para sua tristeza.

E parecia que conspiravam para aquilo. Aquela paz e vontade de nunca mais soltá-lo era forte e jamais tão bem apreciada. Necessitava tê-lo só para ela, pelo menos por frações de segundos. Ela precisava dele. De verdade.


Atitudes dispostas por ele, a fizeram fica boba e realizada. Talvez ninguém a tivera tratado tão bem. Talvez ninguém a tivera protegido tanto, como naquela noite. Para ela, estar naquela chuva com ele, era extremamente significativa. Por motivos que somente ele sabe... Ter a atenção toda dele só pra sí era o que ela mais almejava e conseguira. Sentia-se completa e aparentemente sem tristeza alguma. E tudo por culpa dele.


Olhá-lo nos olhos e ver seu reflexo a motivava a não querer mais sair desse estado. De sempre querer estar abraçada a ele. Nesse meio tempo, ela sabia que deveria retribuir o presente à altura. Então, entregou-lhe seu bem mais precioso. Uma gatinha a qual a chamava de Mellody. O significado que esse objeto possuía para ela era inestimável, assim como ele em sua vida. Sentiu que alí deu algo significativo para ele.

Desde então, sabe-se que ela têm sido uma pessoa melhor, mais viva, mais bem-humorada diriam alguns... E tudo ela deve a ele! R. segundo ela, foi o melhor que lhe aconteceu ultimamente. Alguém que ela tem certeza de querer sempre por perto, mais e mais !

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

"... E ela o temia. Temia tanto pela falta de seus beijos que lhe era como fogo a queimar sua pele. O tinha por interesse obscuro. Lhe era incendiável, insubstituível e principalmente inalcansável.
Em seu quarto, apenas a ouvir o ' tic-tac ' de seu relógio no criado-mudo, implorava para que o tempo passasse mais depressa.
Que aquela agonia que a consumia, a ansiedade a devorava pouco a pouco.Lhe era tão necessário quanto o ar que entrara em seus pulmões naquele instante e irrigava todas as suas células.
Naquele ambiente tão vazio e pesado, ouvia-se uma voz como quase que morta acompanhada de um choro quieto em suplicas para que esse tormento passasse e que ele fora dela e de mais ninguém.
Sabia-se que não havia momentaneamente como contornar esta peça que o distino a pregara. Enquanto se remoía,seus lençóis estavam virando sua forca naquele segundo. Tão amargo era o sabor do desprezo que invadia sua alma..."
{Raisa Monteiro - Trecho de Vazio}

sábado, 13 de dezembro de 2008

zihnvadi >:3

Eu o.o to o.o'''' aki O___O'''
Zihvadih seo blog è.é Ahora ele eah todo meo u.ú {nosso .-.} <3

mimimi à parte... vou falar da MINHA Candy u.ú (minha ouvirão?) ~~(>'_')>
meo bebe *¬*~~ babo mt poriço aew o/// a lot o/// pessoa feliz sacólé? fato que ela não ri na frente da cam u.ú mas fazeh uq? =D *dancinha do esquilo* feliz neah? *¬*~~ ah eah Bebe você vai nu family neah ? O-o' pq se nao aki fica uma ameaça de morte seguida de greve *greve? Oo de q? oO"* enfim o.o vms vms vms vms? *w*~~ arroizah lah * ui ui ui heim * e ser feliz por um dia o//// *pobre sem felicidade model is {ON}* aygeuaegaeugeygeyug xD

te amo koiza fowofa! <3>

eh to sem ideia o.o