"...Enfim aquela Rapoza negra decidiu ir até a estranha, que estivera com sua pequena Rapozinha albina...
Se entreolharam, e, bem fundo da alma e dos pensamentos daquela que estava ali a invadir sua moradia... Percebera que ela não era má ou apenas mais uma humana no mundo, apenas reparara que esta poderia proteger aquela Rapoza negra, que outrora se mostrara incensível e até mesmo má, porém tudo por sua Rapozinha...
Pensou por minutos a fio...
...E, por fim, cheirou e acariciou a mão da estranha..."
z.
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